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quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Orlando Nilha - Cada canto e seus encantos




Tema: diversidade cultural brasileira. História: cada canto e seus encantos une duas forças características da cultura brasileira: o culto à diversidade e a poesia de cordel. O livro conta o encontro de cinco amigos, vindos cada um de uma região do brasil, que se desafiam a contar as belezas de suas terras. Assim, no vai e volta da rima e no jogo rápido de palavras, essa obra apresenta tradições e aspectos naturais de cada região do país e mostra que cada canto, seja o ritmo dos versos ou a terra natal dos poetas, tem os seus encantos. Projeto pedagógico: sobre língua portuguesa, elaborado para o professor, com atividades individuais, atividades de grupo e atividades extras, indicações de sites e filmes e sugestão de carga horária.

 

Moreira de Acopiara - Canudos e a saga de Antônio Conselheiro

 





Ao recontar em setilhas de cordel a saga de Antônio Conselheiro e a resistência heroica dos sertanejos estabelecidos em Canudos, sertão da Bahia, ante as forças do exército brasileiro. Moreira de Acopiara presta um grande serviço à poesia popular que, em diferentes épocas, documentou o conflitos. Sua versão estabelece um diálogo vivo com a obra-prima de Euclides da Cunha. Os sertões, especialmente em sua terceira parte. A luta, e convida o leitor à reflexão. Confirma, ainda, uma faceta da literatura de cordel: a abordagem de um episódio histórico de um modo muito particular em um trabalho de grande vigor poético que se situa entre a literatura e a história.









quarta-feira, 17 de junho de 2020

Contações de histórias da Biblioteca CEU Jardim Paulistano em áudio e vídeo

Contações - Clique no título da história















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O caracol e a tartaruga são amigos, Stephen Michael King

Waldirene
Bibliotecária

Biblioteca CEU Jardim Paulistano
VI / MMXX

Inspire
Bensound, Benjamin Tissot
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Hip Jazz
Bensound, Benjamin Tissot
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Plano de Krupnyj
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Para que vim, Solano Trindade

Marenildes
Bibliotecária

Biblioteca CEU Jardim Paulistano
VI / MMXX

French Waltz
Sam_Bikov
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Hip Jazz
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Plano de Krupnyj
Mixmaster_Andy
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Caderno de Rimas do João, Lázaro Ramos
Maurício Negro
Ilustrador

Marenildes
Bibliotecária

Biblioteca CEU Jardim Paulistano
V / MMXX

Ultima Thule
Blue Dot Sessions
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Letters-fonts
tommyvideo
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Clip-art-1300167
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Hip Jazz
Bensound, Benjamin Tissot
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Plano de Krupnyj
Mixmaster_Andy
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Ursinho Pooh

Waldirene
Bibliotecária

Biblioteca CEU Jardim Paulistano
V / MMXX

Children
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Tree
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Hip Jazz
Bensound, Benjamin Tissot
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Plano de Krupnyj
Mixmaster_Andy
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Cantares ao meu povo, Solano Trindade

Marenildes, Bibliotecária

Biblioteca CEU Jardim Paulistano
V / MMXX

Brazilian Rhythm
Sunsearcher
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Hip Jazz
Bensound, Benjamin Tissot
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Plano de Krupnyj
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Esperança, Mário Quintana

Marenildes, Bibliotecária

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V / MMXX

Hip Jazz
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Plano de Krupnyj
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Hope?
Steve Combs
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terça-feira, 31 de março de 2020

O tico-tico e a favela, Lalau e Laurabeatriz, contada por Marenildes

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O tico-tico e a favela, Lalau e Laurabeatriz


Marenildes, Bibliotecária
Biblioteca CEU Paulistano


Hip Jazz, Benjamin Tissot (Bensound)
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Once again, Benjamin Tissot (Bensound)
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Plano de krupnyj, Mixmaster_Andy
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III / MMXX

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Um caramelo amarelo camarada, Dilan Camargo

Um caramelo amarelo camarada, Dilan Camargo

Quer um desafio? Que tal dizer “um caramelo amarelo camarada” bem rápido, três vezes? Será que você consegue? Assim como o título, as poesias deste livro são divertidas e deliciosas. Caramelo é uma palavra doce e a gente até se lambuza quando fala.

Ver chover, Germán Machado, Fernando de La Iglesia

Ver chover, Germán Machado, Fernando de La Iglesia

Libertinagem, Estrela da Manhã, Manuel Bandeira

Libertinagem, Estrela da Manhã, Manuel Bandeira

Aqui, a poesia de Manuel Bandeira, afastando-se definitivamente de suas origens pós-simbolistas, alcança a maturidade pessoal, marcada por um lirismo moderno e, ao mesmo tempo, ligada às fontes da poesia da nossa língua.




quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Poemotes - Sandra Ronca



É brincando como criança que me encontro neste Poemotes. Já no título, uma surpresa: mote rima com filhote, que rima com pixote, que quer dizer pequeno. Mas também indica que alguma coisa se repete.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Pablo Neruda - Neruda para jovens, bilíngue

#bilíngue #espanhol #Chile #poeta#poema #poesia #poética #lirica #livro #antologia

O fio das missangas - Mia Couto



#miacouto
#missangas #fio #poesia
#moçambique "A missanga, todos a veem. Ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as missangas. Também assim é a voz do poeta: um fio de silêncio costurando o tempo." "A vida é um colar. Eu dou o fio, as mulheres dão as missangas. São sempre tantas as missangas." É assim que o donjuanesco personagem do conto "O fio e as missangas" define a sua existência. Fazendo jus a essa delicada metáfora, cada uma das 29 histórias aqui agrupadas alia sua carga poética singular à forma abrangente do livro como um todo - vale dizer, ao colar em questão. Com um texto de intensidade ficcional e condensação formal raras na literatura contemporânea, Mia Couto demora-se em lirismos que a sua maestria de ourives da língua consegue extrair de uma escrita simples, calcada em grande parte na fala do homem da sua terra, Moçambique, um pouco à maneira de Guimarães Rosa, ídolo confesso do autor. A brevidade das pequenas tramas e sua aparente desimportância épica estão focadas na contemplação de situações, de personagens, ou simples estados de espírito plenos de significados implícitos, procedimento típico da poesia. Os neologismos do autor, a que os leitores já se habituaram, para além de mera experimentação formalista revelam-se chaves fundamentais de interpretação da leitura. Não por acaso, a maioria dos contos de O fio das missangas adentram com fina sensibilidade o universo feminino, dando voz e tessitura a almas condenadas à não-existência, ao esquecimento. Como objetos descartados, uma vez esgotado seu valor de uso, as mulheres são aqui equiparadas ora a uma saia velha, ora a um cesto de comida, ora, justamente, a um fio de missangas. "Agora, estou sentada olhando a saia rodada, a saia amarfanhosa, almarrotada. E parece que me sento sobre a minha própria vida", diz a narradora de uma dessas belíssimas "missangas" literárias.

Toda poesia - Paulo Leminski


Paulo Leminski foi corajoso o bastante para se equilibrar entre duas enormes onstruções que rivalizavam na década de 1970, quando publicava seus primeiros versos: a poesia concreta, de feição mais erudita e superinformada, e a lírica que florescia entre os jovens de vinte e poucos anos da chamada “geração mimeógrafo”. Ao conciliar a rigidez da construção formal e o mais genuíno coloquialismo, o autor praticou ao longo de sua vida um jogo de gato e rato com leitores e críticos. Se por um lado tinha pleno conhecimento do que se produzira de melhor na poesia - do Ocidente e do Oriente -, por outro parecia comprazer-se em mostrar um “à vontade” que não raro beirava o improviso, dando um nó na cabeça dos mais conservadores. Pura artimanha de um poeta consciente e dotado das melhores ferramentas para escrever versos. Entre sua estreia na poesia, em 1976, e sua morte, em 1989, a poucos meses de completar 45 anos, Leminski iria ocupar uma zona fronteiriça única na poesia contemporânea brasileira, pela qual transitariam, de forma legítima ou como contrabando, o erudito e o pop, o ultraconcentrado e a matéria mais prosaica. Não à toa, um dos títulos mais felizes de sua bibliografia é Caprichos & relaxos: uma fórmula e um programa poético encapsulados com maestria. Este volume percorre, pela primeira vez, a trajetória poética completa do autor curitibano, mestre do verso lapidar e da astúcia. Livros hoje clássicos como Distraídos venceremos e La vie en close, além de raridades como Quarenta clics em Curitiba e versos já fora de catálogo estão agora novamente à disposição dos leitores, com inédito apuro editorial. O haikai, a poesia concreta, o poema-piada oswaldiano, o slogan e a canção - nada parece ter escapado ao “samurai malandro”, que demonstra, com beleza e vigor, por que tem sido um dos poetas brasileiros mais lidos e celebrados das últimas décadas. Com apresentação da poeta (e sua companheira por duas décadas) Alice Ruiz S, posfácio do crítico e compositor José Miguel Wisnik, e um apêndice que reúne textos de, entre outros, Caetano Veloso, Haroldo de Campos e Leyla Perrone-Moisés, Toda poesia é uma verdadeira aventura

Haicais tropicais - vários autores


No ano em que se comemoram os 110 anos da imigração japonesa no Brasil, Haicais tropicais reúne vinte autores brasileiros e convida o leitor a conhecer o poema oriental de três versos que trata de temas como a passagem do tempo, a natureza, as estações do ano e o espírito humano. Pequeno poema de origem japonesa, o haicai chegou ao Brasil no início do século XX e aqui trilhou sua própria história. Há mais de trinta anos, o poeta e pesquisador Rodolfo Witzig Guttilla faz um brilhante trabalho arqueológico ― que inclui desde a consulta a edições raras a entrevistas com autores ― para reconstituir esse percurso e mapear nossos haicaístas. Um dos frutos dessa pesquisa é Haicais tropicais, antologia com vinte poetas brasileiros que tiveram contato com a prática ― seja criando ou traduzindo haicais ― e contribuíram para sua difusão. São nomes consagrados, como Paulo Mendes Campos, Mario Quintana e Manoel de Barros, inusitados ou pouco lembrados de nosso cânone, como Sérgio Milliet e Austen Amaro, e contemporâneos, como Alice Ruiz S e Régis Bonvicino. Muitos deles ainda estão na ativa e renovam o gênero com frescor e originalidade, provando que o poema japonês de três versos permanece atual.Com mais de uma centena de tercetos, além de uma introdução sobre o histórico do haicai e biografias dos autores selecionados, este é um convite para conhecer a tradição poética japonesa em sua melhor roupagem tropical. “Uma leitura obrigatória para quem gosta de haicais e para quem ainda não sabe que gosta. Para poetas e não poetas. Para quem escreve e para quem quer aprender a escrever. Para todos os que procuram a surpresa e a essência da vida.” ― José Eduardo Agualusa

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

JOÃO CABRAL DE MELO NETO - POEMAS PARA LER NA ESCOLA



" Donos de livros premiados, João Cabral de Melo Neto, João Ubaldo Ribeiro, Carlos Heitor Cony e Ignácio de Loyola Brandão integram o primeiro time da literatura nacional. Referência para diversas gerações de leitores, esses autores agora possuem outro ponto em comum: eles fazem parte da recém-lançada coleção Para Ler na Escola, desenvolvida pela Editora Objetiva e que tem como meta aproximar alunos do ensino médio das obras de nomes fundamentais das letras brasileiras. 

Ruy Castro, José Roberto Torero, Marcelo Rubens Paiva, Zuenir Ventura, Bartolomeu Campos Queirós, Moacyr Scliar e Ronaldo Correia de Brito são outros autores de peso que pertencem à coleção. Com um projeto gráfico pop, que facilita a leitura, os livros reúnem textos sobre temas relacionados à juventude, como colégio, vestibular, infância, esporte e cinema. A seleção do material ficou a cargo de professores renomados, especializados em educação e literatura, como Marisa Lajolo e Regina Zilberman. O resultado dessa combinação são livros saborosos, que vão entreter os estudantes e ao mesmo tempo enriquecer a sua formação.[AMERICANAS]

CORA CORALINA - COLEÇÃO MELHORES POEMAS



Simples, muito próxima do gosto popular, fluindo com a naturalidade de um riacho entre pedras. A água é límpida, cristalina. Sacia a sede. Assim é a poesia de Cora Coralina, apesar da poetisa nela descobrir uma certa dureza, como expressa no poema “Das Pedras”:"Ajuntei todas as pedras/ que vieram sobre mim./ Levantei uma escada muito alta/ e no alto subi./ Teci um tapete floreado/ e no sonho me perdi./ Uma estrada,/ um leito,/ uma casa,/ um companheiro./ Tudo de pedra./ Entre pedras/cresceu a minha poesia./ Minha vida.../ Quebrando pedras/ e plantando flores./ Entre pedras que me esmagavam/ levantei a pedra rude/ dos meus versos".Esses versos, de cunho autobiográfico, de certo modo, são injustos em relação à obra da autora, mas reveladores de suas mágoas com a vida. Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas, que mais tarde adotou o pseudônimo de Cora Coralina, nasceu em Goiás, então capital do estado de mesmo nome, em 1889, numa família de grandes proprietários rurais empobrecidos. Infância "intimidada, diminuída, incompreendida". Indiferença da mãe. Casamento com um homem separado da primeira esposa, um escândalo, a fuga do casal para São Paulo. Teve seis filhos. Com a morte do marido, após 45 anos de ausência, regressa a Goiás, onde faleceu em Goiânia, em 1985.Esses fatos, aguçados pela sensibilidade extrema, criaram um fundo pétreo, duro, na poesia de Cora Coralina. Talvez também em sua alma. Mas, ela só é dura quando fala de si mesma, de seu sentimento de inferioridade, da menina que foi um dia, "feia, medrosa e triste". Quando olha para o seu semelhante predomina a simpatia humana, sobretudo pelos humilhados e perseguidos, como comprovam os comoventes poemas dedicados à “Mulher da Vida”, à “A Lavadeira”, ao Menor Abandonado”. O coração era mole. Afinal, dureza para si mesmo e amor e tolerância pelo próximo são provas de grandeza espiritual.[CULTURA]


MANOEL DE BARROS - MEMÓRIAS INVENTADAS



O poeta Manoel de Barros um dia pensou em publicar três livros. Um que tratasse da infância, outro da mocidade e mais um sobre a velhice. Depois que escreveu os primeiros poemas e os publicou, no entanto, percebeu que não seria capas de tratar dos outros dois assuntos. E ele explicou a razão com palavras muito simples e poéticas, como é seu costume. Disse: “Eu só tive infância”. Memórias Inventadas – As infâncias de Manoel de Barros reúne os versos das três infâncias do autor. O estilo único do poeta se completa com as iluminuras de Martha Barros, sua filha e pintora. O resultado é um livro que se lê e relê sempre com prazer e encantamento.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

SARAU - SETEMBRO NEGRO

O Sarau Setembro Negro contou com a participação da comunidade, Srs. João Domingos e Juraci, integrantes do Conselho Gestor do CEU, Dona Fátima, escritora e poetisa da comunidade, Edson de Souza Santos e Jonatã Puente, do Projeto Vocacional, que teatro de manipulação, alunos do curso de cinema do projeto É Nóis Na Fita e foi um grande sucesso.

Foram contadas histórias e recitados poemas, todos acompanhados do debate quanto ao tema deste sarau: a consciência negra. 











sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ALICE RUIZ S - DOIS EM UM



A poeta paranaense é hoje uma figura pública, reverenciada por onde passa, ministrando suas oficinas poéticas ou apresentando seus poemas na companhia de cantoras populares. Sempre encantadora, a poeta seduz qualquer platéia com suas performances delicadas e com suas aulas inspiradas e motivadoras. Poucos fazem tanto, no Brasil de hoje, para cativar e formar o público para a sempre minoritária e difícil arte da poesia quanto Alice Ruiz S.(SARAIVA)