Aqui, a poesia de Manuel Bandeira, afastando-se definitivamente de suas origens pós-simbolistas, alcança a maturidade pessoal, marcada por um lirismo moderno e, ao mesmo tempo, ligada às fontes da poesia da nossa língua.
Considerado o livro mais autobiográfico da escritora, dramaturga e cineasta Marguerite Duras (1914-1996), O amante, escrito em 1984, recebeu o Prêmio Goncourt, o mais importante da literatura francesa e se consagrou como sua obra mais célebre. O romance narra um episódio da adolescência de Duras: sua iniciação sexual, aos quinze anos e meio, com um chinês rico de Saigon. Se as personagens e fatos são verídicos, a escrita os transfigura e transcende; não sabemos em que medida a história é verdadeira. Os encontros amorosos são, ao mesmo tempo, intensamente prazerosos e infinitamente tristes; a vida da família contrapõe amor e ódio, miséria material e riqueza afetiva. A presença da mãe, sua desgraça financeira e moral, do irmão mais velho, drogado, cruel e venal, e do irmão mais novo, frágil e oprimido, constituem uma existência predominantemente triste, e por vezes trágica, de onde Duras extrai um esplendor artístico que se reflete em sua própria pessoa - personagem enigmática, quase de ficção. Tem sido dito que ler este livro é como folhear um álbum de fotografias - a narrativa se desenrola em torno de uma série de imagens fascinantes. Esse trabalho primoroso com as imagens também pode ser verificado nos mais de vinte filmes dirigidos por Duras e na possibilidade de seus textos se transformarem em filmes, como o fez Jean-Jacques Annaud com O amante em 1991.
13 dos melhores contos de amor da literatura brasileira, Rosa Amanda Strausz
Os 13 contos que compõem este livro mostram que a palavra ainda é a melhor arma da sedução. No livro estão alguns dos melhores escritores brasileiros, representados, entre outros, por Machado de Assis, Drummond, Luiz Fernando Veríssimo, Marina Colasanti, Caio Fernando Abreu.
A história de amor e reviravoltas do destino de Se Eu Ficar e a continuação, Para Onde Ela foi, estão reunidas neste kit que a Editora Novo Conceito preparou para você. Venha se emocionar com estes grandes sucessos de Gayle Forman.
É brincando como criança que me encontro neste Poemotes. Já no título, uma surpresa: mote rima com filhote, que rima com pixote, que quer dizer pequeno. Mas também indica que alguma coisa se repete.
Esta é uma história encantadora da troca de experiência entre uma avó e sua neta, Moara-menina negra, curiosa e cheia de perguntas. Juntas, elas desfrutam com prazer da cumplicidade de um momento a sós. Na cozinha, se unem para fazer um bolo e, ao misturar os ingredientes, muita vivência e conheci- mento vão surgindo. Moara aprende sobre seus ancestrais e que a avó veio da Nigéria, terra dos yoru- bás. Aprende sobre as palavras que embolavam na sua cabecinha de criança: ovo, ave, avó! Sem notar, a menina vai descobrir o amor da avó ao saborear o bolo feito de ingredientes especiais: cultura, memória ancestral e o doce sabor de vida. Tanta sabedoria!
Neste livro, a história de Cinderela ficou um pouquinho diferente. Ela continua querendo muito ir ao baile e, sem ter o que vestir, conta com a ajuda mágica da Fada Madrinha. Mas e se ela fosse ajudada pela Fada do Verão? Iria de chinelos à grande festa? E se por acaso aparecesse a Fada do Inverno e inventasse de calçar botas em nossa gata borralheira? Com a interatividade promovida pelos autores, o leitor pode escolher o que acontece a cada momento na história. Cada detalhe é trabalhado para permitir que Cinderela e os acontecimentos à sua volta tomem um novo rumo. Em Os oito pares de sapatos de Cinderela, é só trocar o calçado dessa divertida princesa que tudo pode acontecer.
Imagine como seria a vida da Branca de Neve se ela casasse com o caçador? Ou se o espelho mágico mentisse para a Madrasta? Branca de Neve e as Sete Versões é o terceiro volume da Coleção Fábrica de Fábulas. Nesta releitura de um dos maiores clássicos dos contos de fadas, José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta resolveram modificar o rumo da história. E o leitor irá se deparar com sete diferentes desfechos para a heroína de pele alva. Segundo Torero, a história de Branca de Neve poderia ser muito diferente daquela que todos conhecem de cor e salteado. Basta alterar um pequeno detalhe para que tudo fique de cabeça para baixo. "Pense bem: se Branca fosse uma princesa muito bagunceira, talvez os Sete Anões não quisessem acolhê-la em sua casa. Isso mudaria tudo! Você já imaginou como seria o fim de Branca se ela não tivesse contado com a amizade dos anõezinhos?", diverte-se o autor.